domingo, 28 de setembro de 2014

O monge e o executivo (James Hunter)


O livro fala sobre a importância da liderança e do bom relacionamento entre líder e empregados. James C. Hunter é consultor-chefe de uma empresa de consultoria de relações de trabalho e treinamento, tem mais de 20 anos de experiência, e é muito solicitado como instrutor e palestrante, principalmente nas áreas de liderança funcional e organização de grupos comunitários. James C. Hunter apresenta conceitos fundamentais para melhorar nossa capacidade de liderança e o convívio com os outros, ajudando assim a nos tornarmos pessoas melhores e abrindo caminho para o sucesso duradouro. 

Resumo: 

O livro narra a história de John Daily, um executivo bem sucedido, técnico voluntário de um time de beisebol, casado e pai de dois filhos. Desde o início de sua vida John se via perseguido por um nome: “Simeão”. De todos os fatos e coincidências, ele não compreendia porque, sempre ao longe dos anos, tinha o mesmo sonho que lhe transmitia a mesma mensagem: “Ache Simeão e ouça-o!”. 

John Daily, é um superocupado gerente-geral de uma grande indústria de vidros planos, ou seja, um homem de negócios bem-sucedidos. Ele era casado há 18 anos com uma linda mulher, Rachel. Sua esposa sofria de infertilidade e por isso adotaram um menino chamado John Junior. Depois de dois anos inesperadamente Rachel ficara grávida de uma menina a qual deram o nome de Sara. 

Como já foi dito acima, Simeão era um nome que o perseguia, desde criança. John era batizado na Igreja Luterana local e na sua certidão do batismo era mostrado o versículo da bíblia escolhido no livro de Lucas onde se tratava a respeito de um homem chamado Simeão. De acordo com o evangelho de Lucas, Simeão era um homem bom e devoto, possuído pelo Espírito Santo. 

Quando John fora crismado ao final da oitava série, o pastor escolhera um verso da bíblia para cada candidato e quando chegara à vez de John, era o mesmo trecho de Lucas sobre Simeão. A princípio ele chegou a pensar que fosse coincidência. 

John tivera um sonho, no qual sendo tarde da noite, ele estava completamente perdido, correndo num cemitério; de repente um homem vestido com um manto negro aparece e diz “Ache Simeão - ache Simeão e ouça-o”. Na realidade John nunca soubera ao certo se havia um significado para todas estas “coincidências” envolvendo o nome Simeão, mas sua mulher sempre acreditara que haveria um significado. 

A vida de John parecia equilibrada em todos os sentidos, mas de repente ele percebera que sua família estava se desestruturando. Os negócios não estavam indo bem, o relacionamento com os filhos e com a esposa também não. John estava fracassando como chefe, marido e pai. Após um movimento sindical em sua fábrica, as constantes reclamações de sua esposa e a insubordinação de seus filhos, John começara a ver que nem tudo estava como planejara. Diante disso sua esposa sugere que ele vá se aconselhar com o pastor de sua igreja; este o indica a participar de um retiro num pequeno e relativamente desconhecido mosteiro cristão chamado João da Cruz, localizado perto do lago Michigan. 

O mosteiro abrigava frades da Ordem de São Bento, que viviam numa vida de oração, trabalho e silêncio. Um dos frades se chamava Leonard Hoffman, um ex-executivo de uma das maiores empresas dos Estados Unidos que abandonara tudo em busca de um novo sentido para a sua vida. 

John Daily ficara animado com isso, porém ainda estava relutante com a ideia deste retiro. No entanto John acabara indo para o mosteiro com o intuito de agradar a sua esposa. Mas quando chegara ao mosteiro John ficara sabendo que o nome do lendário Leonard Hoffman era Simeão, o que provocara nele uma grande surpresa. 

No retiro as pessoas discutiam sobre liderança, e Simeão defendia que a base da liderança não é o poder, mas sim a autoridade, conquistada com amor, dedicação e sacrifício. 

Com isso John aprendera a arte de ser um líder de sucesso sendo servidor e respeitoso com as pessoas... e esse retiro acabara mudando a sua vida em todos os sentidos!

domingo, 21 de setembro de 2014

A faca de dois gumes (Fernando Sabino)


O livro “A faca de dois gumes” de Fernando Sabino é mais uma de suas obras que a crônica e o discurso coloquial estão presentes. Na obra o discurso é feito em 3º pessoa, e tem elementos como psicologismo e o fluxo de consciência do personagem principal, Aldo Tolentino. Fernando Sabino mostra as violências contemporâneas, misturadas com o desejo sexual e ódios tipicamente urbanos que se confundem. No final do livro, características como pessimismo são nítidos assim como o existencialismo sobre a vida. 

A obra “A faca de dois gumes” narra a história de Aldo Tolentino, 50 anos, viúvo e com um filho do primeiro casamento e dois do segundo. Ele descobre que sua atual mulher, a fútil Maria Lúcia o está traindo com seu sócio e amigo Dr. Marco Túlio. O amante é descrito no livro como "mais baixo, mas desenvolto, bem vestido, queimado de sol, aparência esportiva". Aldo Tolentino decide se vingar dos dois e bola um plano que a seu ver era perfeito. 

Ele forja uma viagem de trabalho para São Paulo, pega um avião e ao chegar à cidade se hospeda em um hotel. Com documentos falsos, ele sai do hotel sem que ninguém note, volta para o Rio de Janeiro e vai para sua casa. Chegando lá ele flagra a mulher infiel com o amigo na cama e mata os dois. Com o álibi perfeito, ele nunca seria suspeito e volta então para São Paulo tranquilamente. 

Porém, o que ele não esperava era que seu filho Paulo Sérgio, que chegou em casa de madrugada e encontrou os dois corpos, se tornasse o principal suspeito da polícia. Paulo Sérgio é acusado e desolado, ele se suicida na cadeia. Aldo Tolentino sofre então com a faca de dois gumes, pois matara aqueles que o traiu e como preço teve que ver seu filho preso e morto por um crime que fora cometido por ele próprio. Moral da história: mostra como um ato pode voltar para você!

Moral da história: mostra como um ato pode voltar para você!